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terça-feira, 25 de março de 2014

Isso não é uma obra

Por Gabriela Pereira Lima

Já escrevi prosa e poesia, musiquei sem melodia e até rimei sem ter rima. 
Na calada da noite é assim que minha alma se sente... Muda. Mas se muda, volta para onde tudo está nas entrelinhas. 
Sem notar as estrelinhas eu já não posso ver o céu. O seu lugar ao meu lado.
Para ver o sol, levanto cedo. Cedo meu lugar na cama por um dia de verão. Então, vocês verão que minha essência está congelada.
É com o canto dos pássaros que saio do meu canto, como se pudesse colher com uma colher o resto da noite.
Sinto vontade de chorar quando sento em frente a arte. Enquanto meu corpo acende minha alma já ascendeu.
Eu absorvo tudo que leio e assim absolvo meus pecados.
Permaneço presa na caverna escura, sou presa fácil.


A vida como minha maior experiência estética não concluída.

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