Por Eduardo Lasas
Foi neste silêncio mútuo que nos encontramos, este olhar torto que me prende como um espelho, este olhar gritando como quem me conhecesse, amantes de vidas passadas.
O lúgubre de seu sorriso me afaga, afinal sempre fomos parecidos. Tornou-se imortal, agora eternizada por sua beleza, queria mesmo te matar, beber de seu sangue e assim quem sabe, me imortalizar.
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